Top 5: melhores álbuns de 2017

O final do ano vai se aproximando e a gente já entra no clima de retrospectiva (e nostalgia), não é mesmo? E se teve uma coisa que não faltou em 2017, foi música. E música boa!

Segundo o Spotify, eu escutei nada mais nada menos que 49.079 minutos de música, 808 músicas diferentes, 212 artistas e 13 gêneros musicais em 2017. Ufa! Isso sem contar que ainda faltam alguns dias para o ano acabar e sem falar nas outras plataformas que usei para ouvir música. 😂 É MUITA música!

Pensando nisso, fiz um TOP 5 com álbuns lançados nesse ano e que eu mais curti ouvir em 2017. Então bora lá!

5. Double Dutchess – Fergie   

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Após 11 longos anos sem lançar um álbum (apenas alguns singles nesse período), Fergie voltou à cena pop com tudo. Double Dutchess foi adiado diversas vezes por variadas razões mas valeu a espera, Fergie entregou um álbum completo e melhor que seu antecessor. Double Dutchess nos apresenta uma nova versão de Fergie e conta com músicas dançantes e outras mais românticas. À primeira vista, pode parecer uma bagunça sonora, mas o resultado final é muito bom e tem momentos marcantes.

Favoritas: Hungry * A Little Work * Enchanté

4. Lust For Life – Lana Del Rey    

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Que as músicas – e consequentemente os discos – da Lana são maravilhosas não é nenhuma novidade né? Mas esse álbum em especial é simplesmente incrível, não tem uma música ruim ou mais ou menos. Eu ousaria dizer que é o melhor álbum da carreira dela. Lust For Life apesar de, à primeira vista, parecer mais “felizinho” e alto astral, é a mesma deprê de sempre (que a gente ama), mas sem mimimi e a cantora nos entrega um pop inteligente como só ela sabe fazer.

Favoritas: White Mustang * Lust For Life * Coachella

3. Beautiful Trauma – Pink    

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Taí uma artista completa, foda, maravilhosa, incrível e quantos mais adjetivos forem possíveis. Eu sempre irei enaltecer esse mulherão da porra. Sou fã desde que me entendo por gente (isso já faz um tempinho viu… rs) e ela se supera a cada álbum. Fica anos sem lançar, mas quando lança… Detona a porra toda! Beautiful Trauma é mais um álbum memorável da cantora e para ouvir no repeat.  Um belo álbum do melhor que o pop pode ser: pegajoso, positivo e relevante.

Favoritas: Beautiful Trama * For Now * I Am Here

2. BLUE LIPS – Tove Lo    

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Após apenas um ano do lançamento de seu último disco, Tove Lo está de volta com a sequência de Lady Wood. Blue Lips é o terceiro álbum de estúdio da cantora e é viciante. Fiquei a primeira semana após seu lançamento ouvindo no repeat sem parar, todos os dias. Juro! Tove foi uma grande (e grata) surpresa nos últimos anos, trouxe um refresco para o pop atual e seu som é irresistivelmente delicioso. Seu primeiro disco, Queen of the clouds, é foda e eu duvidei que fosse possível ela lançar um álbum melhor, mas Blue Lips está aí para provar que eu estava enganado.

Favoritas: Romantics * Bad Days * Hey you got drugs?

1. DUA LIPA – Dua Lipa    

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Ela sem dúvidas foi a dona do ano. Dua chegou quebrando tudo e não teve pra ninguém. Não tenho nem muito o que falar, dizer que foi o álbum que mais ouvi (e continuo ouvindo) já fala por si só. ❤ Um álbum completo, redondo, para ouvir a qualquer hora. Falei sobre ele aqui.

Favoritas: No Goodbyes * New Love * Last Dance (mas não tem favoritas na real rs são todas maravilhosas)

 

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Taí o Spotify que não me deixa mentir.

P.S.: As favoritas estão em ordem de aparição nos álbuns e não de preferência.

Olhando a lista percebemos que o post também poderia se chamar TOP 5: melhores álbuns pop, ou ainda TOP 5: melhores álbuns pop feminino de 2017 😂

Novo vício: Dinastia

Preciso dividir com vocês meu mais novo vício: a nova série da Netflix, Dinastia (Dynasty, no original). Se você, assim como eu, sente saudades de uma trama cheia de white people problems, intrigas, vingança, badalação e uma boa pitada de mistério, aperte o play!

A série é uma mistura de “Gossip Girl”, “Revenge” e “The O.C.” E não é à toa, os nomes por trás do roteiro são Josh Schwartz, Stephanie Savage e Sallie Patrick. Josh é o criador de “The O.C.” e co-criador da adaptação de “Gossip Girl” para a TV, junto com Stephanie. Os dois também eram produtores de ambas as séries. Já Sallie foi responsável pela produção de “Revenge” e pelo roteiro de 12 episódios.

Inspirada em um seriado clássico dos anos 1980 – que tinha o mesmo nome, “Dinastia” segue a disputa por fortuna e poder travada entre duas das famílias mais ricas dos EUA. Um ponto bacana dessa nova versão da série é a representatividade racial, uma das famílias é negra. Legal, né? (Tem casal gay também ❤ ) A trilha sonora e a fotografia são um plus a mais.

DYNASTY
DYNASTY

O maior problema da série é que chega na Netflix à moda antiga, um episódio por semana 😅 toda quinta-feira é dia! Mas tem uma explicação para tal, os episódios chegam ao Brasil apenas um dia após irem ao ar nos Estados Unidos. Já estão disponíveis 3 episódios. Então já sabe, né? Se joga!

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Top 5: Filmes

Quem não gosta de assistir a um bom filme, não é mesmo? Alguns preferem aqueles dramas pesados que fazem soluçar de tanto chorar, outros preferem comédias que fazem a barriga doer de tanto rir. E ainda tem aqueles que preferem um bom suspense que te prende os olhos na tela do começo ao fim. Team drama, team comédia, team suspense, team terror… Filme é sempre bom; em casa, no cinema, sozinho, acompanhado… Eu sou team drama, confesso! Fiz um top 5 com meus filmes favoritos da vida (até o momento). Cinéfilo que sou, não foi fácil eleger apenas cinco rs. Então vamos lá!

1. Closer – Perto Demais

Meu filme preferido desde sempre, e até hoje nenhum conseguiu desbancá-lo do topo do pódio. O filme é composto por quatro personagens centrais, interpretados brilhantemente por Natalie Portman, Julia Roberts, Jude Law e Clive Owen. A história segue os encontros e desencontros desses quatro personagens. Dan (Jude Law), um jornalista fracassado, cruza casualmente (só que nada é por acaso nessa vida) com a striper Alice (Natalie Portman), recém-chega dos EUA, em meio à agitação da capital britânica, onde se passa a história. Passado um tempo, Dan conhece Ana (Julia Roberts) em uma sessão fotográfica e passa a se relacionar com a artista. Também de forma casual (através da troca de identidades em um chat online), Ana se envolve com o médico Larry (Clive Owen) – formando uma espécie de casal perfeito: ambos bem sucedidos em suas profissões, é o casal que, aparentemente, vive um conto de fadas. No entanto, quando o envolvimento entre Ana e Dan é descoberto por Larry, ocorre uma espécie de troca de casais – formando o “retângulo” amoroso que permeia toda a narrativa.

O que poderia ser mais um filme sobre relacionamentos amorosos, torna-se muito mais que isso ao aprofundar nas entranhas de cada personagem. Desenrola-se ampliando o olhar no conflito entre o encanto pelo desconhecido e na ânsia do ser humano por desejar e ser desejado. As excelentes atuações completam o cenário para um filme rico em nuances e extremamente audacioso. A cereja do bolo fica por conta do final nada previsível.

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Diálogos profundos não faltam em Closer

 

2. Mesmo Se Nada Der Certo (Begin Again)

O filme conta a história de duas pessoas perdidas que se encontram através da música. Gretta (Keira Knightley) é uma jovem compositora sem confiança no próprio talento que se vê sozinha em Nova York após perder o namorado (Adam Levine) para a fama. Dan (Mark Ruffalo) é um produtor musical desprestigiado por suas escolhas profissionais e pessoais. Logo na cena inicial, ele a vê tocando sozinha em um bar e visualiza o que ela poderia se tornar. Um encontro tão improvável quanto essencial na vida de ambos.

O que mais me atrai nesse filme, além de sua essência, é o fato de ele ser fora do convencional, de fugir dos padrões. É difícil encaixar “Mesmo Se Nada Der Certo” dentro de um gênero definido. Não é propriamente um musical, nem mesmo uma comédia ou um romance muito bem estruturado. Talvez fique melhor se encarado como um drama – e nesse quesito, o filme se sai bem, pois deixa de lado todos os clichês característicos do estilo (e de todos os outros citados). Suas personagens estão passando, todos eles, sem exceção, por aquela determinada fase da vida em que tudo parece perdido e sem solução – todos, a seu modo, são fracassados. Mas ao mesmo tempo percebe-se uma ponta de esperança e uma nota de otimismo em relação à vida.

O encontro entre os personagens não transforma, leva ao autoconhecimento – eles apenas passam a compreender a própria história. Ninguém se torna milionário e reconhecido como o melhor de sua geração, as transformações são mínimas, internas; é aí que mora o valor do filme. O bônus fica por conta das músicas maravilhosas e, claro, Adam Levine ❤

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Keira Knightley e Adam Levine são casal em Mesmo Se Nada Der Certo

 

3. Uma Prova de Amor (My Sister’s Keeper)

Acho que todo mundo já viu esse filme né? Mas se ainda não viu, não perca mais tempo! Mas já aviso logo, prepare uma caixa de lenço de papel porque você vai precisar. Conselho de amigo.

Sara (Cameron Diaz) e Brian (Jason Patric) são informados que sua filha Kate (Sofia Vassilieva) tem leucemia e possui poucos anos de vida. Então o médico sugere que eles tentem um procedimento médico ortodoxo, gerar um filho de proveta que seja um doador compatível com Kate. Dispostos a tudo para salvar a filha, eles aceitam a proposta. Assim nasce Anna (Abigail Breslin), que logo ao nascer doa sangue de seu cordão umbilical para a irmã. Anos depois, os médicos decidem fazer um transplante de medula de Anna para Kate. Ao atingir 11 anos, Anna precisa doar um rim para a irmã, mas cansada dos procedimentos médicos aos quais é submetida, decide enfrentar os pais e lutar na justiça por emancipação médica, para que tenha direito de decidir o que fazer com seu próprio corpo. Mas o caso judicial fica em segundo plano, e a prioridade é narrar a história de vida de Kate.

O filme é marcado por um embate, via flashbacks, entre uma realidade que dói e afetos que ficaram no passado. A doença no presente é cruel e impactante, já o passado guarda lembranças, mesmo aquelas associadas ao câncer, dignas de serem revisitadas. Não tenho palavras para esse filme. Chorei todas as vezes que assisti, sem exceção.

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Lágrimas garantidas em Uma Prova de Amor

 

4. As Vantagens de Ser Invisível (The Perks of Being a Wallflower)

O filme (originalmente um livro, escrito em forma de cartas – que inclusive recomendo a leitura) conta a história de Charlie (Logan Lerman), um jovem solitário que passou por alguns traumas em sua vida. Ele convive com o suicídio recente de um amigo e as lembranças da morte da tia em um acidente. Começando o ensino médio, ele tem dificuldades em fazer novas amizades. Com o passar do tempo acaba conhecendo Patrick (Ezra Miller) e sua meia-irmã Sam (Emma Watson), com quem passa a conviver diariamente. Ele descobre a felicidade, mas ainda sente falta de alguma coisa em sua vida.

O ponto alto do filme são as atuações brilhantes dos três protagonistas. Em busca do amor, da felicidade e da aceitação, eles se unem em uma amizade verdadeira. Como se trata de adolescentes no colegial, é evidente que eventuais romances podem acontecer, mas o que o filme transmite mesmo é a entrega de um amigo ao outro. Tem tudo para ser banal, mas, acredite, não é. Destaque para a fotografia e a forma sensível como a narrativa é conduzida.

THE PERKS OF BEING A WALLFLOWER
As Vantagens de Ser Invisível é tudo, menos banal.

 

5. Qual seu número? (What’s Your Number?)

Para ninguém dizer que sou depressivo ou chorão, uma comédia! kkk Essa é, de longe, a minha comédia (romântica) preferida. O filme é baseado no livro homônimo que, como quase sempre, é muito melhor. Baseado porque o roteiro tem mudanças bruscas na história original, mas nada que atrapalhe. Mas já digo logo, ele não propõe nada além de entreter e fazer rir.

Ally (Anna Faris) fica horrorizada ao ler, em uma revista feminina, um artigo no qual afirma-se que “mulheres que já tiveram 20 ou mais parceiros na sua vida têm grande chance de ficarem solteiras para sempre”. Após contar os homens da sua vida e perceber que já teve relações sexuais com 19, Ally começa a perder as esperanças de se casar. Determinada (obcecada) a não ultrapassar a contagem atual, ela pede ajuda a seu vizinho bonitão Colin (Chris Evans) para localizar seus ex-namorados, para ver se ela deixou escapar “o cara certo”. Em troca Ally passa a ajudá-lo a escapar das mulheres que leva para cama, que por vezes teimam em não ir embora tão logo a relação sexual acabe (por que será né mores?). A confusão está armada. Se ex fosse bom, não era ex, não é mesmo? Prepare-se para boas risadas e um final típico de comédia romântica. A cereja do bolo é, SEM DÚVIDAS, o Chris Evans, vamos combinar… ❤ hahaha

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E qual é o seu número?

Bônus (fracassei em escolher só 5 kkk)

 

Lion – Uma Jornada Para Casa

Filme mais recente da lista, “Lion” conta a história de um garoto de 5 anos que vivia no subúrbio da Índia – sem acesso à água encanada – chamado Saroo. O garoto se perde da família e, em sucessão a isso, dorme desavisado em um trem enquanto passava a noite na rua. Quando acorda, está do outro lado do país. Passa meses vivendo sem teto e sem se comunicar com qualquer pessoa pois sua língua era diferente daquela falada na região onde agora estava, além de ser quase sequestrado. Após dias perdido nas ruas indianas, ele é “localizado” pelo governo, que por sua vez indica Saroo para um programa de adoção. E das condições em que vivia passa a morar com uma família de classe média australiana que o adota.

Anos depois, já adulto, Saroo (Dev Patel), decide encontrar sua família. Como não se lembra do nome do lugar onde vivia, já que tinha apenas 5 anos, e munido apenas de um punhado de lembranças, sua inabalável determinação e uma tecnologia revolucionária conhecida como Google Earth, ele viaja para sua terra natal no intuito de redescobrir-se, encontrar sua família perdida e voltar, finalmente, para sua verdadeira casa.

A jornada de Saroo tem muito a nos dizer sobre o que significa pertencer a algum lugar. Fala de família, ligações afetivas e de sangue. Mais do que isso, porém, tem nas figuras dos pais adotivos uma incrível lição sobre o verdadeiro lar em questão. Não a Índia, nem a Austrália, mas o mundo. Esteja preparado para chorar com essa história  emocionante. Destaque para o ator mirim Sunny Pawar que interpreta Saroo ainda criança e para a bela fotografia que explora planos aéreos tanto da Índia quanto da ilha australiana.

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Lion é uma lição lição sobre o verdadeiro significado de lar.

 

Se você tiver alguma sugestão de filme, me conte nos comentários! 🙂

 

 

Precisamos falar de Dua Lipa

Na primeira vez que eu escutei uma música da Dua Lipa, não dei muita atenção. Eu apenas escutei, não ouvi. (É diferente, acredite.) Começou a tocar e meu amigo me disse: essa garota vai fazer muito sucesso. Achei ok, mas sabe quando a gente não dá muita bola? Então. Dias depois, estava de bobeira e resolvi ouvir de verdade. Não deu outra! Foi amor a primeira ouvida! kkk Então se você ainda não conhece a música dela e em um primeiro momento não curtir muito, eu te peço, ouça de novo! Vai por mim… Sei o que tô dizendo.

Dua Lipa é uma cantora e compositora inglesa de origem albanesa. Seu primeiro nome, Dua, significa amor em albanês. ❤ (Como não amar?) Sua carreira musical começou aos 14 anos, quando ela começou a fazer covers de músicas de artistas como Christina Aguilera e Nelly Furtado no YouTube. Inclusive tem covers maravilhosos dela no YouTube, como “Stay” da Rihanna e “The Hills” do The Weeknd, vale dar uma pesquisada.

Em 2015, Dua assinou contrato com a gravadora Warner Music e lançou diversos singles; e recentemente lançou seu primeiro álbum de estúdio autointitulado Dua Lipa. Ela descreve seu estilo musical como “dark pop” (pop sombrio, em tradução literal) ou “dance-crying” e também possui influências do hip hop em suas canções.

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Conhecida por sua potência vocal, Dua Lipa é um dos principais nomes do indie pop atual.

O disco possui 17 faixas (versão deluxe), entre elas as já divulgadas “Be The One”, “Hotter Than Hell”, “Blow Your Mind (Mwah)”, “Thinking About You”, “New Love”, e ainda a parceria com Miguel em “Lost In Your Light” e com Chris Martin, vocalista do Coldplay, em “Homesick” (sem palavras pra essa música ❤ ); com músicas que transitam entre a eletronic dance music e o dream pop, que garantem sons sintetizados e batidas eletrônicas, além de letras “chiclete”. É para ouvir no repeat mesmo!

A cantora publicou vídeos no YouTube para todas as 17 faixas do álbum e o definiu como um registro visual. Em entrevista ao The New York Times, ela falou sobre a essência de seu trabalho:

“Todas as coisas tristes que acontecem são as que ficam em minha mente por mais tempo, são as coisas que eu sinto que quero escrever. Mas, ao mesmo tempo, eu gosto de dançar. Então, há o encontro dessa mistura lírica entre o muito pessoal e o inspirado por eventos; e também poder ouvi-lo, dançar e não pensar sobre o que as letras significam.”

O melhor do álbum são os singles já lançados anteriormente, mas as demais faixas não deixam a desejar (não mesmo!). Dua entrega um álbum completo, redondo, que transita por diferentes lugares, mas tem foco e é de causar inveja às veteranas do pop. Na minha humilde opinião, Dua Lipa é um refresco no cenário pop atual e veio para salvá-lo da mesmice. Ela inclusive está na playlist da semana (e provavelmente estará nas próximas).