Must watch: This Is Us

Sempre que começo a assistir uma série que me despertou muito interesse, começo um pouco receoso, com um pé atrás, porque a gente nunca sabe o que pode vir pela frente, podemos acabar nos decepcionando, então é melhor nem criar muita expectativa! Mas This Is Us não chega nem perto de decepcionar, pode acreditar! Assisti todos os episódios (um total de 36 contando 1ª e 2ª temporadas) em menos de duas semanas. Não conseguia parar! 

This Is Us acompanha os irmãos Kate, Kevin e Randall, nascidos na mesma data, enquanto suas vidas se entrelaçam. Kate e Kevin são filhos biológicos de Jack e Rebecca, já Randall foi adotado pelo casal após terem perdido o terceiro filho da gravidez de trigêmeos durante o parto. A série apresenta a história da família em épocas diferentes, alternando entre o presente e a infância  e adolescência dos três irmãos.

No elenco estão grandes nomes como Mandy Moore (Red Band Society), Milo Ventimiglia (Gilmore Girls), Sterling K. Brown (The People v. O.J. Simpson), Justin Hartley (Revenge), Chrissy Metz (American Horror Story), Susan Kelechi Watson (Louie), Chris Sullivan (The Knick) e Ron Cephas Jones (Mr. Robot).

Sem roteiros mirabolantes ou algo do tipo, a série foca nos sentimentos mais singelos do ser humano; repleta de histórias do nosso cotidiano, exemplos de vida e superação, dramas pessoais e coletivos… É difícil não se identificar com algum personagem ou situação. A narrativa é sensível e emocionante; de uma forma tão doce e quase que inocente, a série parece te abraçar, te colocar no colo e te deixar quentinho.

this is us
This Is Us

Vamos aos fatos! Imagine uma história simplesmente deliciosa se desenhando à sua frente e que quando você já está apaixonado por ela, pensando que sabe tudo o que tá acontecendo, ela vem, te dá uma rasteira e diz: “Por essa você não esperava!”. Assim é This Is Us. Com temáticas densas, drama e humor na medida certa e diálogos maravilhosos, é impossível não se apaixonar e não se envolver.

Isso sem mencionar a representatividade, uma série que já chega tombando com personagens centrais negros, gordos e, de alguma maneira, fora dos padrões, já merece o nosso respeito e atenção, não é mesmo? O que dizer, então, de uma série que faz isso com tamanha maestria que chega a te deixar constrangido ao te lembrar da crueldade que é viver fora do padrão em uma sociedade sustentada por padrões?

A cereja do bolo fica por conta da trilha sonora cheia de indie e pop, e da fotografia impecável que parece ter saído de algum filtro do Instagram.

Obviamente possui alguns clichês – sempre utilizados de maneira inteligente, e algumas armadilhas no roteiro, mas que só nos damos conta após estarmos segurando uma lágrima ou fungando o nariz.

This Is Us sabe lidar com sentimentos comuns e temas densos de uma maneira muito sábia e delicada, sempre com bastante suavidade, e você pode até tentar conter as lágrimas, mas sinto informar que será em vão, quando você se der conta já estará produzindo rios. Mas em seus momentos leves, nós rimos e nos sentimos ainda mais acolhidos.

Enfim, This Is Us é um prato cheio para quem gosta de um bom drama e de uma história envolvente, que te prende do início ao fim. Tem que assistir! E, ah! A terceira temporada estreia dia 25 de setembro, então corre pra assistir!

P.S. 1: Nenhuma resposta é apresentada na primeira temporada, o que praticamente te obriga a assistir a segunda (que traz novas perguntas rs).

P.S. 2: Para tristeza geral da nação, não está disponível na Netflix 😦 tem que assistir online ou fazer download (mas vale a pena, garanto).

A importância do Dia Internacional do Orgulho LGBTQI+

Hoje, dia 28 de junho, é comemorado o Dia Internacional do Orgulho LGBTQI+ no Brasil e no resto do mundo. A data tem origem em uma reação, em 1969, a sucessivas batidas policiais a um bar em Nova York, chamado Stonewall Inn, local que era ponto de encontro de gays, lésbicas, travestis, trans e drag queens em um momento em que espaços para a comunidade LGBTQI+ eram raros. Ações semelhantes da polícia eram frequentes naquela época, não só nos EUA, como também em outros países, em geral justificadas por “conduta imoral”. Ou seja, movidas por puro preconceito.

Mas naquele 28 de junho foi diferente. Uma multidão, indignada com a truculência da polícia, começou a se aglomerar ao redor do bar para impedir o deslocamento dos detidos. Resumindo, houve confronto e mais de 10 pessoas foram presas. Mas foi o estopim para outros protestos na cidade nas noites seguintes.

No ano seguinte, a comunidade LGBTQI+ local decidiu homenagear a coragem na luta por liberdade e realizou a primeira parada gay do mundo na data. A partir daí, outros eventos se inspiraram e surgiram em outras cidades. Hoje, 28 e o mês de junho são considerados dia e mês do Orgulho LGBTQI+.

Aí você deve estar se perguntando, por que, nos dias de hoje, ainda falamos em orgulho gay? É preciso mesmo manter esse rótulo e, ainda por cima, levantar essa bandeira? Não podemos apenas ser seres humanos, independente de suas orientações sexuais?

Garanto que muita gente deve se fazer essas perguntas toda vez que um gay sai às ruas ou na internet manifestando seu orgulho de ser LGBTQI+. Tem gente que acredita, inclusive, que também deve haver o Dia do Orgulho Hétero, como resposta. Sim, pasmem! Parece até piada…

Muita gente, inclusive políticos (para lá de questionáveis), defende que existe uma ditadura gay, que nós estamos tentando impor nossa “ideologia”. É o que se falava, por exemplo, quando foi criada uma campanha educacional contra o bullying às crianças gays nas escolas.

A verdade é que o Orgulho LGBTQI+ tem sua importância devido a uma história de lutas, resistência e preconceitos. Mas, SIM, essa data ainda é muito importante, mesmo nos dias atuais! Ainda é preciso lutar pelos nossos direitos e comemorar tudo o que já foi conquistado ao longo desses anos. Eu poderia listar inúmeros motivos pelos quais esse dia é importante na sociedade atual, alguns deles:

  • Gays sofrem violência (física e emocional). Nas ruas e, muitas vezes, dentro de casa. Será que algum hétero já foi espancado na rua pelo simples fato de estar beijando sua namorada? Ou simplesmente porque tinha jeito de hétero? Existem discursos, inclusive entre os próprios gays, de que a violência contra os homossexuais acontece porque eles “dão pinta”. E voltamos para aquela velha questão de que a vítima não pode – nunca – ser culpada.
  • Homossexuais vão para o inferno. Para muitas religiões, ser gay é considerado pecado e os gays estão condenados pelo simples fato de serem o que são. Essa doutrina religiosa sufoca, tortura e mata milhares de jovens.
  • Homossexuais precisam ser curados. Sim, ainda se fala (e muitos acreditam) em uma suposta cura gay. A homossexualidade já foi considerada um distúrbio mental sim. Mas em 1973, a Associação Americana de Psiquiatria retirou as orientações sexuais de sua lista de transtornos mentais ou emocionais. Mas até 1990, a Organização Mundial de Saúde ainda tinha um CID – Código Internacional de Doenças para o homossexualismo (sufixo não utilizado mais). Finalmente a partir de 1990, o código foi retirado.
  • Homossexuais são discriminados nas próprias famílias. Será que algum hétero já apanhou dos pais porque gosta do mesmo sexo? Será que algum hétero já foi expulso de casa pelo simples fato de gostar de pessoas do mesmo sexo? Muitos pais ainda não aceitam seus filhos gays, por diversos motivos, sejam religiosos ou não.
  • Gays sofrem nas escolas. Você se lembra de alguma criança hétero ser ridicularizada na escola, pelo simples fato de ser hétero? O bullying contra homossexuais ainda existe no ambiente escolar, mesmo sendo menor que há alguns anos, ele ainda está presente.
  • Gays são humilhados. Na internet. Na rua. Nas escolas. No ambiente de trabalho… O que não falta são discursos de ódio por aí. O que não falta são piadinhas ridicularizando e diminuindo homossexuais.
  • O Brasil é o país que mais mata LGBTs no mundo: 1 a cada 19 horas, segundo relatório da Anistia Internacional divulgado esse ano. Sem mais.

Por essas e outras, manifestar seu orgulho LGBTQI+ é uma forma de dizer NÃO para todos esses discursos; e uma maneira de ajudar a todxs aquelxs que ainda não se aceitam. Muita gente por aí ainda esconde sua orientação sexual e encontra dificuldades de se impor perante a sociedade.

Seguiremos lutando e celebrando, até o dia em que ninguém precise mais levantar bandeiras e gritar seu orgulho. Mas ainda estamos bem longe desse dia, infelizmente.

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Be proud!

Promessas de fim de ano

2017 forçou a barra né, mores? Que ano filho da put*! Quer dizer, não sei pra vocês, mas pra mim foi um ano puxado… Mas sobrevivi! (Teve seus bons momentos, obrigado universo 🙌🏻) Mas não tô aqui pra falar do que já foi e sim do que virá!

Como de praxe, todo final de ano a gente promete mil coisas pro ano que vai começar né, não tem jeito… Fazemos mil e um planos, traçamos 559 metas, prometemos outras 674 coisas e criamos inúmeras expectativas. Pra que??? Por que fazemos isso com nós mesmos? Por que criar tanta expectativa? Por que prometer tanta coisa?

Pois bem, vamos lá! Primeiro: de nada adianta prometer coisas que você não terá condições de cumprir. Segundo: não adianta fazer planos irreais ou difíceis de se tornarem realidade. Terceiro e último: de nada adianta prometer e planejar se você não está disposto a (ou não tem meios para) fazer acontecer.

Ok, até aqui nenhuma novidade né? Nada de novo sob o sol… Mas eu queria propor (pra mim e pra vocês) que a gente não prometa nada que esteja fora do nosso alcance e que a gente não crie expectativas demasiadas. Sei que é difícil numa virada de ano, mas vamos tentar? Vamos deixar 2018 nos surpreender?

Vamos traçar pequenas metas que a gente possa cumprir uma a uma para alcançar um objetivo maior. Dessa forma nos frustramos menos e temos um ano mais leve, com menos cobrança e decepção com nós mesmos e mais realizações (mesmo que pequenas). E, claro, vamos aproveitar essa nova oportunidade de recomeçar para dar aquela chacoalhada na vida e deixar para trás tudo que a gente não precisa carregar. Sem pesos desnecessários para 2018, combinado?

Nota: não vamos esquecer de agradecer pelos bons momentos, ok? E pelos ruins também porque né… São eles que nos ensinam a aproveitar os bons.

E que 2018 seja bom com a gente, que traga novos sorrisos, que seja leve e doce… Um ano novo de horizontes abertos para vocês ❤️

Top 5: melhores álbuns de 2017

O final do ano vai se aproximando e a gente já entra no clima de retrospectiva (e nostalgia), não é mesmo? E se teve uma coisa que não faltou em 2017, foi música. E música boa!

Segundo o Spotify, eu escutei nada mais nada menos que 49.079 minutos de música, 808 músicas diferentes, 212 artistas e 13 gêneros musicais em 2017. Ufa! Isso sem contar que ainda faltam alguns dias para o ano acabar e sem falar nas outras plataformas que usei para ouvir música. 😂 É MUITA música!

Pensando nisso, fiz um TOP 5 com álbuns lançados nesse ano e que eu mais curti ouvir em 2017. Então bora lá!

5. Double Dutchess – Fergie   

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Após 11 longos anos sem lançar um álbum (apenas alguns singles nesse período), Fergie voltou à cena pop com tudo. Double Dutchess foi adiado diversas vezes por variadas razões mas valeu a espera, Fergie entregou um álbum completo e melhor que seu antecessor. Double Dutchess nos apresenta uma nova versão de Fergie e conta com músicas dançantes e outras mais românticas. À primeira vista, pode parecer uma bagunça sonora, mas o resultado final é muito bom e tem momentos marcantes.

Favoritas: Hungry * A Little Work * Enchanté

4. Lust For Life – Lana Del Rey    

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Que as músicas – e consequentemente os discos – da Lana são maravilhosas não é nenhuma novidade né? Mas esse álbum em especial é simplesmente incrível, não tem uma música ruim ou mais ou menos. Eu ousaria dizer que é o melhor álbum da carreira dela. Lust For Life apesar de, à primeira vista, parecer mais “felizinho” e alto astral, é a mesma deprê de sempre (que a gente ama), mas sem mimimi e a cantora nos entrega um pop inteligente como só ela sabe fazer.

Favoritas: White Mustang * Lust For Life * Coachella

3. Beautiful Trauma – Pink    

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Taí uma artista completa, foda, maravilhosa, incrível e quantos mais adjetivos forem possíveis. Eu sempre irei enaltecer esse mulherão da porra. Sou fã desde que me entendo por gente (isso já faz um tempinho viu… rs) e ela se supera a cada álbum. Fica anos sem lançar, mas quando lança… Detona a porra toda! Beautiful Trauma é mais um álbum memorável da cantora e para ouvir no repeat.  Um belo álbum do melhor que o pop pode ser: pegajoso, positivo e relevante.

Favoritas: Beautiful Trama * For Now * I Am Here

2. BLUE LIPS – Tove Lo    

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Após apenas um ano do lançamento de seu último disco, Tove Lo está de volta com a sequência de Lady Wood. Blue Lips é o terceiro álbum de estúdio da cantora e é viciante. Fiquei a primeira semana após seu lançamento ouvindo no repeat sem parar, todos os dias. Juro! Tove foi uma grande (e grata) surpresa nos últimos anos, trouxe um refresco para o pop atual e seu som é irresistivelmente delicioso. Seu primeiro disco, Queen of the clouds, é foda e eu duvidei que fosse possível ela lançar um álbum melhor, mas Blue Lips está aí para provar que eu estava enganado.

Favoritas: Romantics * Bad Days * Hey you got drugs?

1. DUA LIPA – Dua Lipa    

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Ela sem dúvidas foi a dona do ano. Dua chegou quebrando tudo e não teve pra ninguém. Não tenho nem muito o que falar, dizer que foi o álbum que mais ouvi (e continuo ouvindo) já fala por si só. ❤ Um álbum completo, redondo, para ouvir a qualquer hora. Falei sobre ele aqui.

Favoritas: No Goodbyes * New Love * Last Dance (mas não tem favoritas na real rs são todas maravilhosas)

 

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Taí o Spotify que não me deixa mentir.

P.S.: As favoritas estão em ordem de aparição nos álbuns e não de preferência.

Olhando a lista percebemos que o post também poderia se chamar TOP 5: melhores álbuns pop, ou ainda TOP 5: melhores álbuns pop feminino de 2017 😂

“Extraordinário” – Do riso ao choro (e vice-versa)

Ontem foi dia de assistir ao filme “Extraordinário”, que chega aos cinemas brasileiros na próxima quinta-feira, dia 7 de dezembro. O filme é baseado no livro homônimo, do autor R. J. Palácio, que narra as dificuldades e conquistas presentes na vida de uma criança especial.

“Extraordinário” conta a história de Auggie Pullman, um garoto que possui uma deformação facial devido ao fato de ter nascido com uma doença rara, o que fez com que passasse por 27 cirurgias plásticas. Antes educado em casa, agora, aos 10 anos, ele frequentará uma escola regular pela primeira vez, como qualquer outra criança. Lá, precisará lidar com a sensação constante de ser sempre observado e julgado por todos ao seu redor.

Parece ser só mais uma história de uma criança diferente das outras, mas “Extraordinário” vai além, é sobre as relações humanas como um todo – tendo como foco a fase entre infância e adolescência.

A adaptação pro cinema não deixa a desejar, pelo contrário, só agrega à trama. O roteiro é fiel à história (na medida do possível) e conta de forma delicada e divertida os altos e baixos da jornada de Auggie. Eu, particularmente, adoro quando um livro que li, vira filme. Acho o máximo ter materializado tudo que imaginei lendo o livro.

Quem dá vida a Auggie é Jacob Tremblay, o Jack de “O Quarto de Jack” – brilhantemente, diga-se de passagem. Todo o trabalho de caracterização não se sustentaria se não tivesse um garoto tão brilhante por debaixo.

Julia Roberts e Owen Wilsonestão fantásticos no papel dos pais, a conexão entre eles e Jacob é visível e fundamental para a história. Destaque também para o restante do elenco mirim que está perfeito e faz com que o filme consiga ser sensível sem ser infantil demais (bobo).

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Você está pronto para conhecer Auggie Pullman?

“Extraordinário” nos convida a olhar além das aparências. O filme é uma aula de empatia, gentileza e amor ao próximo. Fala sobretudo de aceitação das diferenças e nos faz refletir sobre o que realmente importa no fim das contas. Um tema importante tratado com leveza e ao mesmo tempo com a seriedade necessária. Mesmo caindo em clichês vez ou outra e não tendo nada de inovador, não decepciona e não deixa de ser um filme brilhante (tanto para crianças quanto para adultos). Tem que ver. ❤

Recomendo levar uns lencinhos se você for “manteiga derretida” assim como eu. rs

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Desistir também é um ato de coragem

Dias atrás estava navegando na internet (ainda se usa esse termo? 😅) e me deparei com uma imagem “motivacional” que possuía uma pessoa vestida com roupa de corrida, parada, apoiada nos joelhos e visivelmente cansada, que continha a seguinte frase: Você pode tudo. Menos desistir. Desde então não parei de pensar sobre isso. Sobre não poder desistir.

É muito louco isso mas, às vezes, desistir é o melhor que você pode fazer por você mesmo. Desistir muitas vezes é a melhor decisão a ser tomada, e em alguns casos é uma escolha saudável.

Às vezes precisamos desistir de uma relação que não nos faz bem, em que você doa muito mais do que recebe; ou uma relação que já não nos traz felicidade e já não tem mais jeito. Às vezes precisamos desistir daquele emprego que já chegamos querendo ir embora, que passamos a semana pensando no sábado e domingo. Às vezes precisamos desistir daquela atividade física que não nos dá prazer e que fazemos por pura obrigação e acaba nos gerando mais estresse e insatisfação. Às vezes precisamos desistir daquele  curso que começamos mas não gostamos. Às vezes precisamos desistir daquele amigo que não toma jeito e só suga as nossas energias. Às vezes precisamos desistir daquele sonho que tanto insistimos mas não acontece. Desistir também é um ato de coragem. Você não precisa insistir eternamente. Se engana quem pensa que desistir é coisa de gente fraca, desistir é para os fortes.

Abrir mão de certas coisas é um processo muito doloroso e quando alguém desiste não é porque foi fraco, é porque foi forte tempo demais e reconheceu que aquilo já não lhe fazia bem mais. Certas coisas, pessoas, atitudes e comportamentos são nocivos à nossa saúde mental e bem estar, então desapegue.

Quando digo para desistir não quero dizer apenas para jogar tudo para o alto. Digo para renunciar ao que não agrega mais, renunciar ao que não aquece teu coração e começar algo novo, se permitir um recomeço. Se está em uma relação que não te faz bem, termine, conheça novas pessoas. Se está em um emprego que não gosta, encontre outro. Se pratica um exercício que não te dá prazer, tente outro. Se começou um curso e se desiludiu, comece outro. E comece outro de novo. E comece tudo outra vez. É permitido desistir sim, só não é permitido estacionar, porque a vida é movimento.

O que não podemos desistir nunca é de ser feliz, aí sim, não dá pra desistir. Mas tá liberado desistir de tudo que não te faz bem, ok? 🙂

E, ah! Não se culpe por desistir, ok? Cada um sabe dos seus limites. Seja gentil com você mesmo.

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Novo vício: Dinastia

Preciso dividir com vocês meu mais novo vício: a nova série da Netflix, Dinastia (Dynasty, no original). Se você, assim como eu, sente saudades de uma trama cheia de white people problems, intrigas, vingança, badalação e uma boa pitada de mistério, aperte o play!

A série é uma mistura de “Gossip Girl”, “Revenge” e “The O.C.” E não é à toa, os nomes por trás do roteiro são Josh Schwartz, Stephanie Savage e Sallie Patrick. Josh é o criador de “The O.C.” e co-criador da adaptação de “Gossip Girl” para a TV, junto com Stephanie. Os dois também eram produtores de ambas as séries. Já Sallie foi responsável pela produção de “Revenge” e pelo roteiro de 12 episódios.

Inspirada em um seriado clássico dos anos 1980 – que tinha o mesmo nome, “Dinastia” segue a disputa por fortuna e poder travada entre duas das famílias mais ricas dos EUA. Um ponto bacana dessa nova versão da série é a representatividade racial, uma das famílias é negra. Legal, né? (Tem casal gay também ❤ ) A trilha sonora e a fotografia são um plus a mais.

DYNASTY
DYNASTY

O maior problema da série é que chega na Netflix à moda antiga, um episódio por semana 😅 toda quinta-feira é dia! Mas tem uma explicação para tal, os episódios chegam ao Brasil apenas um dia após irem ao ar nos Estados Unidos. Já estão disponíveis 3 episódios. Então já sabe, né? Se joga!

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Como dar um pé na bunda

Nem sempre a gente é a bunda, né mores… Às vezes somos o pé na bunda de alguém, acontece… rs Ainda bem! (Ou não 😂) Dar um pé na bunda também pode ser uma tarefa muito difícil, na verdade eu não sei o que é mais difícil, levar um pé ou dar um pé. Acho que depende da situação, da pessoa… Cada caso é um caso né… Há quem prefira que terminem com eles do que ter que terminar uma relação, e vice versa. Mas enfim, vamos ao que interessa. Só existem duas maneiras de se fazer isso de forma menos traumática.

1) A primeira delas, converse. Tudo se resolve conversando. Se não está bom, se não quer mais, se conheceu alguém novo, o que quer que seja, chame a pessoa e converse. Seja franco(a) e honesto(a) (com o outro e com você). Colocar as cartas na mesa é sempre a melhor opção. De preferência pessoalmente, ok? Não se termina uma relação por mensagem de texto ou ligação. Não seja cuzão. Lembre-se que quando você vai terminar uma relação, é muito importante explicar o que está sentindo e ouvir o que o outro está sentindo. O olho no olho ainda é a melhor forma de fazer isso.

Dicas importantes:

  • Prepare o terreno. Antes de partir para a conversa final, dê indícios de que as coisas não estão bem. Demonstre aos poucos que você não está satisfeito(a).
  • Escolha um território neutro. Sim, o local do término faz toda a diferença. Tem que ser reservado.
  • Defina como será a relação entre vocês dali em diante, para que não ocorra situações desagradáveis e/ou constrangedoras.
  • Ponto final é ponto final. Nada dessa coisa de ‘ai, vamos dar um tempo e blá blá blá’, não!

 

2) Em último caso (só em último mesmo!), faça a pessoa terminar com você. Não acho uma boa opção, mas é uma para quem é covarde o suficiente ou por algum motivo muito forte não consegue colocar um ponto final na relação. Como eu disse, cada caso é um caso né, não podemos julgar. Então dê motivos para a pessoa terminar com você, em outras palavras, seja um cuzão. 😔 Assim a pessoa vai te dar um pé (ou achar que deu) quando na verdade você quem deu.

Essa pode até vir a ser uma boa opção quando seu/sua parceiro(a) é muito apaixonado(a) por você e/ou é muito sensível e sentimental e vá ficar profundamente triste e arrasado(a) com o pé na bunda. Assim, essa seria uma forma de “minimizar os danos”, a pessoa ficaria melhor com ela mesma pensando que abandonou ao invés de ter sido abandonada. Mas não é muito honesto né, enfim… Nesse caso tem que colocar as coisas na balança e analisar. E provavelmente, ela vá acabar te odiando. rs

 

Atualmente, com a presença da tecnologia em nossas vidas, muitas vezes, nem existe o pé na bunda. As pessoas simplesmente somem e não respondem nunca mais. Essa é a pior forma de terminar uma relação. Não faça isso!!! Só demonstra desprezo pelos sentimentos alheios e o quanto você é covarde e incapaz de enfrentar desavenças e confrontos.

Vale lembrar que as tecnologias são uma continuidade da relação, e ignorar online é a mesma coisa do que ignorar alguém que está na sua frente. O quanto você gostaria se fizessem isso com você? Já parou pra pensar? 🤔

Colocar um ponto final em uma relação que não está boa se faz necessário, não tem porquê seguir com uma coisa que não está funcionando mais e que não tem mais salvação, então faça. Mas faça consciente e da melhor forma possível para ambos os lados. E vida que segue! Tá bem? Então tá bem! 🙂

Como superar um pé na bunda

Quem nunca levou um pé na bunda (ou fora, que seja), não é mesmo? Se não levou, provavelmente ainda vai levar… 😅 Enfim… Longe de mim querer cagar regras, mas reuni aqui algumas táticas que podem ajudar a enfrentar esse momento que costuma não ser dos mais agradáveis e fácies de lidar né… Afinal, superar é preciso.

  1. Primeira e mais óbvia, arrume outra pessoa. Aquela máxima de curar um amor com outro. Nem sempre/dependendo da situação não é a ideia mais indicada, você pode acabar se enrolando mais ainda, mas costuma funcionar. Ninguém é insubstituível, não mesmo, por mais que pareça. Coloque outra pessoa no lugar e vá ser (ou tentar ser) feliz novamente. Nota: não me responsabilizo por possíveis danos 😂
  2. Saia com os amigos, vá se divertir e se distrair. Aproveite que está sozinho(a) para reunir os amigos, reencontrar aqueles que não vê faz tempo… Amigos servem pra isso mesmo. E amigo que é amigo tá contigo nesse momento te dando força e te colocando pra cima, então se joga nos (bons) amigos!
  3. Meta o loko. Sim. Pode ser benéfico nesse momento. Se joga! Vá pra farra, pra balada, pra putaria. O corpo é seu, a vida é sua (e é curta) e você não deve nada pra ninguém. Tome um porre sim. Durma com desconhecidos sim. Mas só faça isso se for da sua vontade. Nunca para esquecer alguém, ok? E tudo com juízo e cuidado hein…
  4. Faça coisas que você gosta. Se permita. Não precisa ser nada grande. Se apegue às pequenas coisas (aproveite para valorizá-las). Faça uma lista de pequenos prazeres e coloque em ação. Tome um sorvete na segunda-feira, vá ao cinema na terça-feira (já experimentou fazer isso sozinho(a)? Caso não, essa é a hora!). Compre um presente pra você mesmo na quarta-feira, e aí por diante.
  5. Faça uma viagem. (Mais uma coisa que se não fez sozinho(a) ainda, não espere mais, faça!) Conhecer lugares novos é sempre bom, nesse momento então nem se fala! Tire uns dias para você e vai! Caso não tenha condições financeiras para tal ou não possa por algum outro motivo, como trabalho ou estudos, faça uma viagem sem sair do lugar. Sim, é possível. Escolha um destino no mundo e pesquise sobre ele, descubra. Leia livros e reportagens sobre aquele lugar, assista vídeos sobre. Hoje em dia com a internet é possível conhecer diversos lugares sem sair de casa. E quando tiver a oportunidade, conheça pessoalmente.
  6. Última, mas não menos importante, comece algo novo. Se matricule em algum curso que você tenha vontade de fazer, alguma aula que já tenha tido interesse e adiou… Tem sempre algo novo para aprender. Vá fazer uma aula de dança, uma luta, aprender um idioma novo, tocar um instrumento, aprender crochê… Nota: dá pra aprender coisas novas sem gastar dinheiro. Existem diversos tutorias na internet e apps que ensinam das mais variadas coisas.

Dicas extras: evite procurar saber do ex(u), nada de ficar stalkeando ele nas redes. Evite ir aos lugares que vocês iam juntos e/ou lugares que você sabe que vai encontrá-lo. Ok?

Resumindo… Se mantenha ocupado(a) com coisas que te dão prazer. Foque em você. Aproveite o momento para se conhecer melhor, para crescer e se amar mais. Use o término como incentivo para ficar mais bonito(a), e mostrar ao ex o que ele perdeu. aloka E como dizem por aí, segue o baile! A fila tem que andar, né mores? Tá bem? Então tá bem! 🙂

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3 produtos que mudaram minha vida

Ai que título mais escandaloso, exagerado e chamativo! Hahaha Mas sim, são três coisas simples que fizeram (e fazem) uma diferença enorme no meu dia a dia, e são tão boas que decidi compartilhar com vocês.

Vamos começar pelo mais simples, a escova dental Curaprox. Se você é como eu que sofre sofria com essas escovas de dente que te enganam e se dizem macias mas na hora H fazem um estrago na sua boca (se você está com pressa então pqp), essa dica é para você. E se você realmente pensa que essas escovas comuns são macias, você não conhece essa. Essa é A escova de dente, more. Sério, sem exagero nenhum, quando eu coloquei ela na boca pela primeira vez, eu me senti no céu, parecia que eu estava fazendo carinho nos meus dentes e gengiva. É essa a sensação. Não preciso falar mais nada né? Se você experimentar, não vai querer outra escova nunca mais. Ela tem um preço mais elevado devido ao fato de ser importada, mas o custo/benefício… Vale cada centavo! Você encontra nas grandes farmácias. Nota: eu frequentemente machucava minha gengiva ao escovar os dentes, isso nunca mais aconteceu.

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CURAPROX ultra soft

Esse é outro produto que veio para salvar a minha vida. Eu morro de preguiça de me cuidar, seja pele ou cabelo (e já gasto um tempinho cuidando do cabelo diariamente), não tenho a menor paciência pra ficar horas passando qualquer coisa e esperar meses por resultados. Se for creme então, tenho verdadeiro horror. Não uso. Mas a idade vai chegando e a gente começa a se preocupar, não é mesmo? E meus 30 já estão logo ali. Dali pros 40, um pulo! Então descobri (indicação do meu dermatologista rs) um jeito simples, rápido e fácil de cuidar do rosto: o Serum 10 da SkinCeuticals, uma vitamina C tópica que auxilia na prevenção do envelhecimento precoce e blá blá blá. Super simples de aplicar, basta pingar 4 gotas na palma da mão e espalhar pelo rosto. O melhor de tudo, é um líquido que seca na mesma hora, não é grudento e não tem cheiro ruim. Em menos de 30 segundos diários, problema resolvido. Adeus radicais livres! Preço um pouco salgado também, por ser importado, mas vale o investimento. Fácil de encontrar em qualquer boa farmácia. Vale consultar um dermatologista antes de usar.

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Serum 10

Último, porém não menos importante, o probiótico PB8. Para quem não sabe, os probióticos são bactérias benéficas que melhoram a saúde do intestino, facilitando a digestão e a absorção de nutrientes. Assim, ajuda o funcionamento intestinal e ainda fortalece o sistema imunológico, ajudando a prevenir doenças, como gripes e resfriados. PB8 é uma combinação de 8 cepas e 14 bilhões de bactérias naturalmente benéficas que promovem a digestão saudável, inibem o crescimento de bactérias prejudiciais e apoiam a função imunológica.

Por que fazer uso de um probiótico? Porque refeições calóricas, fast food, conservantes, açúcares refinados, tensão e alguns medicamentos afetam o equilíbrio interno de nosso corpo e a digestão.

É importado mas fácil de encontrar em lojas de produtos naturais e/ou lojas de suplementos e online. Custa em média R$ 150,00 com 120 cápsulas e dura longos 4 meses, se você tomar uma por dia (mais que suficiente). Vale consultar um nutricionista ou médico gastroenterologista antes de usar.

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PB8

Se você utiliza algum ou tem alguma dica, me conte nos comentários! 🙂